Templo de Cao Đài

Depois de visitarmos os túneis vietcongs, fomos para o próximo destino do dia: Templo Cao Đài na cidadezinha de Tây Ninh.

No caminho notei um aspecto interessante da arquitetura: casinhas estreitas e com vários andares, uma ao lado da outra, lembrando um pouco as holandesas.

casas finas 3

Descobrimos que o motivo tem a ver com as leis fiscais antigas. Quando Ho Chi Minh e Hanói começaram a se desenvolver os impostos eram cobrados considerando apenas a largura da fachada frontal, independente da metragem total da residência.  Então não é incomum ver uma casa enorme de 3, 4 andares com quatro metros de fachada. Parecem feitas de Lego. 🙂

Depois de 1h30 chegamos ao mais famoso templo Cao Đài. Uau! Que coisa mais linda!

Templo Cao Dai

Logo na entrada uma grande mistura de cores, sons, formas. Muitas pinturas na parede, objetos decorativos, uma orquestra tocando. O caodaísmos é uma unificação do budismo, taoísmo e confucionismo. E cada uma dessas religiões é representada por um cor: amarelo, azul e vermelho, respectivamente. Victor Hugo (aquele romancista francês), Sun Yat Sen (líder do Partido Nacionalista chinês) e Trinh Trang (poeta vietnamita) são vistos como santos, testemunhas da terceira aliança entre Deus e a humanidade.

Chegamos ao meio-dia, horário de celebração no templo. Fomos bem recebidos por vários religiosos vestidos de branco que estavam sentados em locais estratégicos, orientando a visita. Havia muitos visitantes tirando foto, filmando mas Bihn deu logo a recomendação: nada de selfies! É considerado grande falta de respeito tirar foto de si dentro do templo. Ok, recado dado. Depois de assistirmos um pouco da celebração e apreciarmos a bonita orquestra, saímos.

Cao Dai celebração

Esta era a última atração do dia. No caminho de volta para Hồ Chí Minh vimos vários templos e prédios bonitos. Pedimos para o Bihn parar o carro para tirarmos foto mas sempre recebíamos a mesma resposta: “Nesse não, nem é tão bonito, paramos no próximo.” E assim viajamos de volta os 90 minutos sem nenhuma paradinha pra foto.  Mandão esse Bihn!

Perto do hotel vimos vários spas, um ao lado do outro, quase todos anunciando os mesmos serviços. O Pê logo se animou para fazer reflexologia oriental… com peixes. Isso mesmo, deixar que um monte de peixinho fique ‘comendo’ seu pé. Eu não gostei da ideia mas topei com a promessa de que faríamos uma boa massagem relaxante depois. Eu não consegui ficar nem 5 minutos com os pés dentro d’água tamanha eram as cócegas que eu sentia. O Denis depois de umas boas gargalhadas se acostumou com os peixes e ficou “relaxando” por uns 40 minutos enquanto eles faziam todo o trabalho no seu pé.

Reflexologia

Terminada a reflexologia me animei para a massagem. A animação durou 5 minutos. A sessão de massagem relaxante mais parecia uma sessão de tortura de tão pesada e intensa. Entramos relaxados e saímos com dores musculares que duraram os próximos 4 dias. Quando forem ao Vietnã podem pular essa experiência. #dicamadeinmanaus hihihi

Para terminar a noite demos uma volta na praça, tiramos fotos da Saigon Opera House e comemos o típico rolinho vietnamita. E lá se foi mais um dia intenso no Vietnã.

Rolinho vietnamita

Lu

 

Nos túneis de Cù Chi

No final do primeiro dia no Vietnã, depois de muito lutar com o sono, finalmente nos rendemos umas 8 horas da noite.  Acordamos cedo, por volta de 4 horas da manhã, e passamos tempo assintindo TV vietnamita.  Descemos para o café da manhã umas 6 e tivemos a feliz surpresa de encontrar ali um café multinacional.  Nunca tinha visto tantas culinárias juntas num café de manhã.  Dim sum e ovos podres chineses, sushi japonês, hash brown e sucrilhos americanos, imensa seleção de frutas locais (rambotã, dragonfruit, durian) e seleção infindável de pães. Nos empanturramos ao limite indo 3 ou 4 vezes para o buffet.

Primeiro prato da Princesa

Primeiro prato da Princesa

Devidamente municiados nutricionalmente, seguimos viagem para as duas atividades do dia: visita aos túneis de Cu Chi e visita ao templo Cao Dai.  Iniciamos com uma hora e meia de viagem que, durante a primeira meia hora, passou pelo rush hour de Ho Chi Minh com as hordas de motocicletas e scooters.  Nos cruzamentos, nosso carro relativamente grande dava certa segurança, mas sempre com a sensação de iminente colisão.

Após sair da cidade, o cenário era principalmente de campos de arroz, com os vietnamitas e seus chapéus triangulares (chamados Nón Lá) e sempre nos cantos do campo uma construção de veneração aos antepassados.  Conversando com nosso guia, entendemos que a maioria dos vietnamitas não são necessariamente religiosos (apenas 40% se filiam a budismo, cristianismo ou islamismo), mas a maior parte pratica o culto aos antepassados.

Intercalando com os campos de arroz, encontramos uma triste realidade (para amazônidas como nós).  Plantações sequenciais com milhares de árvores de Hevea brasiliensis, nossa vulgar seringueira.  Dor no coração vê-las todas plantadas a cerca de 3 metros de distância uma da outra em fileiras simétricas até onde os olhos alcançam.  Quilômetros por vezes seguidos de plantações sequenciais permite compreender o quanto perdemos essa batalha e o quanto ela é irrecuperável.  Este ano, por exemplo, não estão extraindo látex de boa parte delas pois o preço da borracha no mercado internacional caiu bastante.  A capacidade de produção do sudeste asiático é muito superior à demanda mundial, o que indica preços baixos para a borracha por muitos anos pela frente.

Seringueiras

Seringueira

Seringal

Após uma hora e meia viajando, chegamos aos túneis de Cu Chi.  Esses túneis foram construídos pelos vietcongs (exército do Vietnã do Norte na guerra contra os EUA) para proteção durante bombardeios e invasões americanas.  Na entrada tivemos de assistir um vídeo de “propaganda política” por 15 minutos em vietnamita (legendas em inglês). O vídeo mostrava a ferocidade dos guerreiros vietnamitas que usavam de artifícios como armadilhas e túneis para “aterrorizar” os americanos na guerra.  Apesar de tamanha ferocidade, é importante lembrar que na guerra do Vietnã morreram 58 mil americanos contra 3 milhões de vietnamitas (dentre militares e civis) de uma população total naquela altura (1975) de 41 milhões.

Entramos brevemente nos túneis, com a forte sensação de claustrofobia (vídeo abaixo).  O chão é de uma argila dura, meio molhada dado o clima de floresta tropical (parecido com Manaus).  A princesa se arriscou no primeiro até encontrar com um morcego e rapidamente retornar à superfície.  Eu ainda me delonguei num túnel de 100 metros, com saída a cada 25.  Cheguei nos 75 e saí, todo suado.  Depois nos explicaram que aquele era o túnel dos turistas, os que os vietcongs usavam eram muito mais estreitos.

 

Túneis

Conhecemos lá também todos os tipos de armadilha que era usadas contra os americanos e os esforços que era feitos para utilização de materiais durante a guerra.  Por exemplo, todas as bombas americanas, depois de explodir, deixavam metal que os vietnamitas usavam para fazer pregos e facas.  Os pneus dos veículos de guerra americanos, depois de descartados, eram usados para fazer sandálias.

Esconderijo

Nesta área, como troféus, jazem ainda tanques de guerra americanos semi-destruídos e imensas crateras dos locais onde as bombas explodiam.

Após muito suar dentro e fora de túneis, também lá conhecemos a bebida “Birds Nest”, uma espécie de Red Bull vietnamita. Nosso guia apresentou-a como ganhadora da medalha de ouro (de que modalidade eu não sei).  A bebida na verdade é um líquido no qual um ninho (de verdade) foi mergulhado e despedaçado.  O que se bebe é água com pedaços de ninho com um certo gosto de lama e madeira higienizada.  Provei, não gostei, mas a princesa não quis desperdiçar então bebeu.  Eu fui para a Coca-Cola mesmo.

Bird's Nest

Ainda visitamos um shooting range onde experimentei uma Kalashnikov (AK-47).  Após tantos anos do serviço militar (21 para ser exato) e sem poder atirar com óculos, o alvo saiu ileso de nosso encontro.

Na saída encontramos uma senhora fazendo – artesanalmente – bánh tráng,  folhas de arroz muito utilizadas na culinária local. A mistura era feita em uma tigela, levada ao vapor e distribuída em esteiras de palha para secarem ao sol. Higiene não parecia ser a maior preocupação.

Papel de arroz

Retornamos ao ar condicionado do carro para uma viagem ao próximo destino, uma hora e meia até o templo Cao Dai.

Denis (o Pê)

Chegando na Cochinchina

Pronto, chegamos – literalmente – na Cochinchina! (Este era o nome antigo desta região do Vietnã.)

Depois de 36 horas de voo e mais uma hora de emissão de visto e procura pelo nosso guia, chegamos ao nosso primeiro ‘destino-de-mel’: Hồ Chí Minh, maior cidade e centro financeiro do Vietnã. Situa-se no sul do país e tem cerca de 7,5 milhões de habitantes.

Entramos no carro e o Binh, nosso guia, foi logo falando qual seria a programação daquela tarde: “Iremos ao mercado, daremos uma volta no centro da cidade e vamos fazer uma visita ao Palácio da Unificação. Às 16h deixamos vocês no hotel.” Eu e o Pê nos olhamos, em desespero. Foram 36 horas de voo, precisávamos, no mínimo, de um bom banho.

Pedimos para fazermos check in no hotel primeiro. Queríamos nos refrescar antes de iniciarmos o city tour. Binh resistiu. Falou que àquela hora não seria possível fazer check in. Insistimos. Falamos que negociaríamos no hotel. Binh argumentou que perderíamos alguma parte do city tour. Mais uma vez insistimos. Mais um vez ele resistiu. Depois de alguma negociação ele cedeu e o desejado banho aconteceu. Ufa!

No caminho aeroporto-hotel o trânsito caótico de chamou atenção. Milhares de motos tipo vespa por todos os lados. Pouquíssimos sinais de trânsito. Nos cruzamentos ganha a vez quem for mais corajoso. Eu fechava os olhos o tempo todo. Parecia que um acidente estava por acontecer.

Ao meio-dia iniciamos o city tour. China town era o primeiro destino. A caminho o trânsito continuou impressionando. Além da barulheira, muita gente de máscara, especialmente as mulheres. Máscaras coloridas, estampadas, de todos os tamanhos. Segundo o Binh o motivo principal é proteger o rosto do sol. Além das máscaras muitos chapéus, luvas, meias e camisas de manga comprida com o mesmo objetivo. No Vietnã pele clara é sinal de beleza.

foto 5

Passeamos a pé por China town até chegarmos no mercado ‘Binh Tay’, no bairro de Cholon. O nome, igual ao do guia, nos chamou atenção e o Pê queria entender exatamente a origem e o conceito. Binh significa paz; Tay, ocidente (ou ocidental), o que aparentemente dá um significado pacifista ao nome do mercado. Na verdade é um trocadilho pois Binh também quer dizer demolição, destruição; e Tay se refere aos ocidentais; mais especificamente aos franceses. Assim, para os vietnamitas ‘Binh Tay’ significa secretamente: destruição dos franceses. Oops!

Chegou um momento temido: atravessar a rua. Centenas de carros e motos transitavam em frente ao mercado e não havia nenhuma sinalização. Bihn, o guia, nos olhou nos olhos e recomendou: ‘Apenas, andem! Não parem e não recuem’. Eu e Pê nos olhamos, desesperados! Foi uma travessia assustadora! As motos aceleravam e desviavam de nós no último milésimo de segundo. Os carros mantinham a velocidade constante e pareciam que iriam nos acertar em cheio. O marido gargalhava, de tão nervoso.

mercadoBinhTay.jpg

Passado o susto, chegamos ao mercado. Bastante movimento: entrada e saída de mercadorias, pessoas transportando comida, cestos, sacolas. À primeira vista parecia com qualquer grande mercado. Me lembrou o Grand Bazar, de Istambul mas foi só entrarmos um pouco mais para percebermos que este era diferente.

Primeiro, a super segmentação de mercadorias. Uma ala inteira só de máscaras, outra só de panelas, outra só de comida seca. Uma banquinha ao lado da outra vendendo exatamente os mesmos itens. Segundo, o espaço ínfimo entre os boxes. O espaço permitia apenas uma pessoa passando por vez, e se espremendo. O estoque inteiro dos comerciantes estava ali, ocupando o que seria o espaço de trânsito. Ficamos imaginando o que poderia acontecer em caso de fogo.

mercado

Aliás, trânsito ali também era complicado, se assemelhando muitíssimo ao que vimos nas ruas. Para pedir passagem ao invés de um esperado “excuse me” – em qualquer idioma – o que ouvimos era um sonoro ÔÔÔ!!! O Pê chegou até a levar uma bronca pois o tempo de resposta ao ÔÔÔ parece ter sido maior que o esperado pela comerciante impaciente.

Ok, mercado Binh Tay, check. Próxima parada: templo de Thien Hau, a deusa dos mares. Esta deusa é interessante. Ela voa em um tapete (no melhor estilo Aladin) e assim consegue movimentar-se com rapidez e por isso é a deusa dos navegantes, pois consegue atendê-los nos lugares mais remotos.

Thien Hau é um templo taoísta. Prédio antigo mas ainda bastante frequentado. Assim que entramos vimos um casamento acontecendo. A noiva de vermelho, representando o sangue da vida para que o casal seja fértil; e o noivo em roupa típica azul. Eles tinham incensos acessos e estavam dando voltas no templo como manda a tradição.foto 1 (1)

Aliás, no templo havia incensos por todos os lados e de diferentes formas, inclusive uma grande estrutura em espiral que queima sem parar por uma semana. O motivo pelo qual eles queimam incensos é a crença de que junto com a fumaça, sobem os pedidos e orações, assim conseguem realmente chegar até os deuses.

Incensos.jpg

Binh explicou que no Vietnã as religiões mais comuns são budismo, confucionismo, taoísmo, catolicismo e islamismo. Pê perguntou sobre a religião dele; a resposta: “não tenho religião, apenas rezo para meus ancestrais. Deus, eu nunca vi, já meus antepassados, esses sim eu tenho certeza que me deram vida.” Hum, interessante!

Eu logo comecei a me sentir mal. Incensos me deixam enjoada. (Go figure!) Mas me mantive forte e continuamos caminhando. Havia uma parede com vários papeis colados, eram pedidos de orações. Mais a frente, um altar com frutas e estátuas. Do outro lado do templo uma sala com grandes cadeiras de madeira posicionadas lado a lado para que os frequentadores do templo pudessem conversar mais confortavelmente. O cheiro de incenso começou a ficar insuportável. Encerramos a visita.

Já era 14h e ainda não tínhamos almoçado. Estávamos cansados e quase sem energia mas resolvemos continuar o tour como planejado, até porque a negociação de troca de agenda com o Binh era difícil. Próxima parada: Palácio da Reunificação (ou da Independência).

Palaciodaunificacao.jpg

Até 1975 esse palácio era a sede de governo do Vietnã do Sul, apoiado pelos EUA na guerra contra o Vietnã do Norte.  Era um palácio suntuoso, com espaços para recepção de autoridades internacionais.  Era também a casa do presidente, com quarto separado para a primeira dama. (Pode isso, Arnaldo?!)  Embaixo do palácio, preparado para eventuais ataques (que realmente aconteceram, demolindo partes dele), existia um bunker de compando e comunicação, com mapas mostrando as frentes de batalha.  Assim que o Vietnã do Norte venceu a guerra e reunificou o país em 1975, o palácio se tornou um ícone e tomou o nome de Palácio da Reunificação.

Ok, 15h e eu não consigo mais. O jet lag me pegou. Estou com fome, pressão baixa e me sentindo tonta. Vamos encerrar a programação cultural do dia. Precisamos comer. Binh nos recomendou um restaurante perto do hotel, Vietnam House, e lá tivemos nossa primeira experiência gastronômica vietnamita e eu vou contar como foi em um próximo post. 🙂  Beijo, tchau.

 Luciana

 

Lua de mel, o início

Dia 11 de Agosto finalmente chegou. O início da tão planejada lua de mel. Saímos de Aruba – onde casamos – no mesmo voo de muitos dos nossos convidados e até ali a festa de casamento parecia continuar.

Foi no aeroprto de Tocumen, na cidade do Panamá, que a viagem realmente começou. A partir dali, foram mais 34h de voo até nosso primeiro destino: Ho Chi Minh, no Vietnã. Ou Saigon, para os mais saudosistas.

Cidade do Panamá – Los Angeles – Taipei (Taiwan) – Ho Chi Minh. Quatro voos e uma estratégia cuidadosamente elaborada pelo Pê para conseguirmos driblar o jet lag. Assiste filme, come, conversa, come, vê fotos do casamento, come, lê mas não pode dormir!

Cruzamos o international date line e chegamos ao destino dia 13 às 09h50. Para nós dia 12/08/14 não existiu (sorry Paulinho e Lucas).

Primeira impressão do aeroporto de Ho Chi Minh: orquídeas naturais por TODOS os lados. Começamos bem.

Para a emissão do visto vietnamita, boa parte da papelada é providenciada no país de origem. A agência de viagem emitiu uma carta convite e preenchemos alguns formulários antes da nossa ida, contudo o visto só é realmente emitido na chegada ao Vietnã. Fomos até o guichê, entregamos os papéis e nos pediram para esperar. Ninguém parecia estar com pressa ali.

Enquanto aguardávamos o visto pudemos dar uma boa observada ao redor. Gente do mundo todo. Um rapaz com a camiseta Teach for America ao nosso lado, um senhor de turbante, monges budistas. Eu estava adorando observar aquela diversidade de pessoas e culturas. O Pê estava ficando nervoso com a demora. Por 30 min ele ficou por ali, andando em círculos até que chamaram nossos nomes. Pronto, visto Ok!

Pegamos nossas mochilas e seguimos para o arrival. Saímos e, dentre as dezenas de pessoas esperando os viajantes, buscamos alguém com uma plaquinha que tivesse nossos nomes. Demos algumas voltas mas não encontramos aquele que seria nosso guia.

Estava quente e úmido. Havia muitas pessoas circulando por aquela saída. Estávamos cansados. Procuramos mais um pouco no mesmo andar até resolvermos pegar um táxi, mas não tinhamos Don Vietnamita, a moeda local. Entramos de volta ao aeroporto mas não encontramos casa de câmbio. Depois de 10 minutos saímos e em uma última tentativa antes de pegarmos um táxi avistamos a nossa placa. UFA!!!

“Hello, my name is Binh and I will be your guide. Come this way!”

Luciana

Guess who’s back?

Alô, alô! Alguém por aqui ainda?

Nossa, já faz quase 3 anos desde meu último post?! É isso mesmo?! Como o tempo passou rápido. A boa notícia é que de lá pra cá a vida mudou e ficou incrivelmente melhor. Voltei para minha cidade, estou trabalhando com algo que adoro e… minha mochila encontrou o seu par. Agora somos dois viajantes apaixonados pela vida e cheios histórias para contar, eu e o Pê. ❤

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Neste momento estamos aproveitando nossa lua-de-mel no Vietnã e em poucos dias iremos para o Camboja. Estamos registrando todas nossas impressões, dicas e histórias e em breve compartilharemos por aqui.

Beijos e até logo!

Luciana

 

Já volto

Projetos para o ano que vem, últimas semanas na Europa e vários dias sem internet em casa explicam minha ausência por aqui.

Em breve eu conto como foi Paris, a região da Borgonha, Bélgica e Holanda com meu primo. Além de compartilhar LINDAS fotos do outono europeu, a experiência incrível de viver o período do Sinterklaas na Holanda e as várias coisas bacanas que têm acontecido na empresa.

Não desistam. Eu já volto! :*